Ao
som do velho Dilermano
Pois
é, meu mano, alta hora, se acordado não me engano, estou agora
perto da aurora a ouvir o Abismo de outrora e também o já ausente
Altamiro com seus lábios quentes e ao som de Carrilhões de muita
gente presente. Parece até brincadeira, neste silencio mavioso e com
a paz de estar contente e pleno a sentir o som sereno, enquanto,
serenamente o tempo lá fora refresca a minha velhaca mente
velhacamente insistente a sorrir ao ouvir o sorridente John a me
fremir levemente: Essa sua vida é um grandioso mistério
mentiroso-verdadeiro, porém, airoso...
Viva
mais um pouco, meu velho, o dia está para sair...
Enquanto,
o primogênito Vivaldi, num canto, com seu arco, atrapalhadamente
sisudo aplaude o momento lúdico com seu espírito de gênio.
jbcampos
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